Porque é que o frango atravessou a estrada?
PROFESSOR DA PRIMÁRIA
Porque queria ir para o outro lado.
PLATÃO
Porque ia em busca do bem.
ARISTÓTELES
Está na natureza dos frangos atravessar a estrada.
MARX
Era uma inevitabilidade histórica.
MOISÉS
E Deus desceu dos céus e disse ao frango: "atravessa a estrada".
E o frango atravessou a estrada, e todos se regozijaram, e louvaram o Senhor.
SADDAM HUSSEIN
O acção do frango constituiu a infame Mãe e Pai
de todas as acções de espionagem! Mas o povo iraquiano ergueu-se
em justa auto-defesa e esmagou a força inimiga atingindo gloriosamente
o frango com 50 toneladas de gás tóxico!
RONALD REAGAN
Porq* qual era a pergunta? Ah!, pois, o frango. Bem, porque, euh, bem*
esqueci-me...
CAPITÃO KIRK
Para chegar ousadamente onde frango algum jamais havia chegado.
HIPÓCRATES
Devido a um excesso de humores no pâncreas.
ANDERSEN CONSULTING
A desregulação do lado da estrada onde se encontrava
o frango estava a ameaçar a sua posição dominante
no mercado. O frango enfrentava importantes obstáculos para criar
e desenvolver as competências necessárias para encarar a competitividade
do mercado.
A Andersen Consulting, numa relação de sócio e
cliente, colaborou com o frango desenhando a sua estratégia de distribuição
física e respectivos processos de implantação. Empregando
o Método de Integração Avícola (MIA), a Andersen
Consulting ajudou o frango a utilizar as suas habilidades, metodologia,
conhecimento, capital e experiências para adequar o pessoal ao processo
e tecnologia do frango no apoio de sua estratégia global dentro
de um marco de trabalho de Gestão de Programas.
Para este projecto, a Andersen Consulting convocou uma equipa multidisciplinar
de analistas de estradas e melhores frangos que, junto com outros consultores
da Andersen com profundas habilidades na indústria do transporte,
promoveram durante dois dias uma série de reuniões com o
objectivo de aproveitar o seu capital pessoal de conhecimento, tanto explícito
como implícito, e de lhes permitir obter sinergias entre si para
conseguir as metas implícitas da entrega e modelo óptimo
e implementando um marco de valores de empresa através da continuidade
de processos avícolas.
As reuniões foram realizadas num ambiente que reproduzia um
parque,possibilitando e criando um modelo de alto impacto que estava estrategicamente
situado, centrado na indústria e elaborando uma mensagem consistente,
clara e única frente ao mercado, alienado com a missão, visão
e valores principais do frango. Isto conduziu à criação
de uma solução integradora de negócio total.
A Andersen Consulting ajudou a que a mudança do frango ocorresse
com o maior sucesso. O frango conseguiu a certificação de
AENOR, cumprindo a norma ISO 9000. (O frango veio mais tarde a morrer atropelado
devido à demora em atravessar a estrada).
MARTIN LUTHER KING
Tive um sonho. Sonho que um dia haverá um mundo no qual todos
os frangos serão livres para atravessar a estrada sem que sejam
questionados os seus motivos.
MAQUIAVEL
A questão é que o frango atravessou a estrada. A quem
importa porquê? O fim de atravessar a estrada justifica qualquer
meio.
FREUD
A preocupação com o motivo que levou o frango a atravessar
a estrada revela um recalcamento da líbido ao nível do subconsciente,
possivelmente associado á insegurança sexual originada pelo
receio de tendências homossexuais latentes.
BILL GATES
A Microsoft acaba de lançar o Microsoft Frango 2000, que não
só atravessa estradas, como também põe ovos, arquiva
documentos importantes e faz contas.
DARWIN
Ao longo da evolução, a acção da selecção
natural sobre os frangos favoreceu os mais aptos a atravessar a estrada,
de forma que só esses sobreviveram.
EINSTEIN
Se o frango atravessou a estrada ou a se estrada se deslocou sob o
frango depende do ponto de vista do abservador.
BUDA
A pergunta é uma negação da própria natureza
do frango.
HEMINGWAY
Para morrer. Sob a chuva.
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| A Rainha da Noite
Meu leitor, minha leitora,
Se prepare para o que vai ler,
Pois essa história não é bonita,
E você pode se ofender!
Tudo começou num barzinho
Pequeno, mas sofisticado
Onde, toda vez que fui só,
Sempre voltei acompanhado!
Eu já tinha bebido umas cinco,
Quando a vi sozinha numa mesa,
Tinha cabelos louros, olhos azuis,
E o corpo era uma beleza!
Usava um vestido preto,
Com um decote muito ousado,
As costas ficavam de fora,
E havia uma abertura do lado!
Fiquei olhando prá ela,
Como se a noite não tivesse fim,
De repente, nossos olhos se cruzam
E ela sorri para mim!
Olhando para os lábios carnudos,
Já comecei a pensar bobagem,
Entornei o copo de uísque,
Pois, precisava criar coragem!
Levantei-me da banqueta e
Decidido, caminhei até a mesa,
Com os passos de um felino,
Para cercar a minha presa!
Parei diante dela, acabrunhado,
Sem saber o que falar,
Com um gesto magnânimo,
Ela convidou-me a sentar!
A conversa correu solta,
E eu não parava de olhar
Para o decote apertado,
Donde os seios queriam saltar!
Quando começou a madrugada,
Eu já bastante embriagado,
Colei minhas coxas nas dela,
E dei-lhe um abraço apertado!
Ao sentir as costas nuas,
Estremeci de satisfação,
Senti o meu pau se erguendo
Pronto para entrar em ação!
Segurando aquele queixo redondo,
Beijei os lábios daquela felina,
E ao sentir a sua língua quente,
Disparou minha adrenalina!
Sem mais poder me conter,
Convencido de que iria aceitar,
Convidei-a para um motel
Prá brincadeira começar!
Ela olhou-me sem espanto
Sem se fazer de rogada,
E num doce murmúrio,
Disse: "Eu topo essa parada!"
Mal entramos no quarto do motel,
Ainda vestida, ela começou a me beijar,
Em seguida, tirou o meu pau para fora,
E avidamente começou a me chupar!
Ela possuía uma boca treinada,
Que mais parecia um furacão,
Logo pedi que ela parasse,
Pois já não aguentava de tesão!
Depois, ela tirou a minha roupa,
E começou a fazer-me uma massagem,
Naquelas mãos delicadas e experientes,
Viajei pelo reino da sacanagem!
Quando eu estava a ponto de bala,
Ela levantou-se com leveza,
Começou a tirar o vestido, e disse:
"Vou te fazer uma surpresa!"
Sensualmente, começou a dançar,
Meneando o corpinho esguio,
Brincando com o vestido no corpo,
Até que por fim, ele caiu!
Meus olhos se arregalaram,
Quando ela tirou o corpete,
Pois do lugar de uma xana peluda,
Pendia um enorme cacete!
Criado numa família de gaúchos,
E carregando a fama de machão,
Fiquei algum tempo pensando,
Como resolver aquela situação!
No princípio, eu queria ir embora,
Fiz até menção de me levantar,
Mas, logo ela me convenceu,
De que eu deveria ao menos experimentar!
Prostrada de quatro na cama,
O olhar convidativo a me sorrir,
Ao ver aquela bunda perfeita empinada,
Eu não pude resistir!
Embevecido pelo desejo incontido,
E afetado pelo efeito da bebida,
Tive a impressão de que naquela noite,
Eu dei a melhor foda da minha vida!
Quando, satisfeito, caí adormecido,
E o relógio já dizia que eram três,
Ela cochichou no meu ouvido:
"Vire-se, querido, agora é a minha vez!"
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RAP do Orelhudo
Um episódio de vida real de um infeliz que foi à discoteca
em avançado estado etílico
Ia eu no meu caminho
No meu mini fenomenal
Ia andando rapidinho
ai a uns 40 e tal.
Quando o meu carro derrapou
e fugiu para a valeta
até o vidro estalou
quando lhe bati com a fucinheta.
Ai Pobre,
Pobre de mim,
Nunca tinha batido,
Com o focinho assim.
Lá continuei eu à procura
À procura de me desenrascar
Encontrei uns amigos
Que me quiseram ajudar.
Chegando ao pé da maquineta
Viram a jante especial
Agarraram numa caceta
Até vi estrelas e tal.
Ai pobre,
Pobre de mim,
Nunca tinha levado,
Uma cacetada assim.
Quando acordei já era tarde
Levantei-me devagarinho
Agarrei no sobretudo
Lá fui andando no caminho
Chegei a uma placa
Que dizia Anonimato
Eu com o meu sobretudo
Misturava-me como um pato
Subi uma rampa toda
e toquei a campaínha
Abriram a porta para fora
E rolei a rampa todinha.
Ai pobre,
Pobre de mim,
Nunca tinha rebolado,
Numa rampa assim.
Cheguei outra vez lá a cima
E entrei para a discoteca
Deram-me um totoloto
Quando pedi uma caneca
Ia a subir as escadas
Pisei o sobertudo
Vim cá ter a baixo
Batendo com o nariz em tudo.
Ai pobre,
Pobre de mim,
Nunca me tinha esparramado,
Numas escadas assim.
Apareceram uns amigos
Que me foram ajudar
E o meu totoloto prencheram
Para que eu podesse jogar.
Quando me quis ir embora
O porteiro não deixava
Mandou-me registar o totoloto
E eu disse que não jogava
Ai pobre,
Pobre de mim,
Nunca tinha sentido,
Um murro assim.
Lá tive eu de jogar
No totoloto e fui levado
Paguei 15 contos
E não ganhei um trocado
Ai pobre,
Pobre de mim,
Nunca tinha tido,
Um azar assim.
Lá fui eu a seguir
Até casa do meu primo
Deitei-me na cama
E dormi que nem um menino
Ai pobre,
Pobre de mim,
Nunca tinha tido,
Um dia assim.
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