| Onde é que estavas no 25 de Abril? |
| BB: Estava eu um dia na Brasileira do Chiado e entäo o saudoso
Castro Castanheira, que foi quanto a mim, e há que dizer isto com
frontalidade, o maior lenhador da língua portuguesa; lá vinha
ele, com o seu castor debaixo do braço, o Castanheira naquela sua
maneira de ser, marialva a fazer lembrar... o Geraldo Nunes, mais velho
mas meu amigo, bom e quanto a isso, há que dizer com frontalidade,
um dos símbolos emblemáticos de Lisboa, e um dos seus fundadores,
e retorquiu assim: "O retarquismo sublima o Homem e fá-lo atingir
o auge na sua
proporçäo". Serve isto, para apresentar o meu convidado de hoje, que fez tudo na vida e ao mesmo tempo, näo fez nada. Já perceberam que vou conversar com Orlando Barata. Ó Orlando, tu foste um grande combatente anti-fascista, e isso é ponto assente, mas foste também um bocado fascista, ou näo? OB: Bem eu de facto... o que se passou é que... BB: Desculpa lá, antes de me responderes, eu gostava de te contar aqui uma história curiosa que se passou na redacçäo do Piolho, esse pasquim anti-fascista, de onde saíram grandes jornalistas como o Sousa da Mota Lara, grande amigo meu, o Romäo Branco, mais velho, bom e o genial César Serafim, era genial, há que dizer isto com frontalidade. Certo dia, entrou o Castro Castanheira com o seu castor debaixo do braço e dá de caras com um estagiário que lhe atira: "Estás bom ó Castro?". Eu achei que era importante contar isto. Mas, Orlando, estamos aqui para falar de ti, olha diz-me uma coisa, onde é que estavas no 25 de Abril? OB: Por acaso é curioso referires isso... BB: Tu és um homem de esquerda... és um homem de esquerda, e há que dizer isto com frontalidade, apesar se seres também um pouco fascista; estavas ligado à direita, namoravas Salazar e eras o que a gente chamava na altura um pulha pidesco... Tu foste da PIDE ou näo? OB: Näo, eu... BB: Onde é que estavas no 11 de Março? OB: Bom, no 11 de Março, tem graça, eu... BB: Nessa altura já eras bissexual? OB: Perdäo ó Bastista Bastos... BB: Digo bissexual na medida em que estavas envolvido com a direita e com a esquerda. Eras o que a gente chama uma prostituta política. Eras, de resto, conhecido como a maior puta da política nacional, há que dizer isto com frontalidade, não é? OB: Desculpa lá ó Bastos, mas eu näo estou a gostar, enfim... BB: Olha lá, ó minha porca... onde é que estavas no dia 36 de Setembro, da parte da manhä? OB: Bom, no dia 36 de Setembro, da parte da manhä...ó minha porca?! BB: Porca no sentido de porca fascista, do capital, da ausência de valores. Tu sempre te apresentaste nesse sentido, aliás tu como homem de esquerda assumes essa tua faceta de molúsculo paneleiróide, salazarista pestilento, que ao fim ao cabo eu acho que és uma besta, não é? Há que dizer isto com frontalidade, és uma besta e digo-te isto com o respeito que me mereces. OB: Desculpa lá ó Bastos, mas eu näo posso permitir que tu continues a aviltar a minha pessoa dessa maneira, olha que caralho! Mas enfim... eu vou-me mas é embora, porque isto é sempre a mesma coisa contigo, chiça!... foda-se!... caralho!... Para que é que me convidaste para aqui?! BB: Ó Orlando, vai-te foder, pá!... vai levar dentro da peida!... vai fazer broches a cavalos, cabräo!... Bom, estavamos aqui a noite toda na conversa, há que dizer isto com frontalidade, mas temos que terminar. P'rá semana, aqui estarei para mais um Monólogos Secretos. Bom, mas antes, queria contar-vos uma história que se passou comigo em Paris, em 71, estava eu com o Salgado Matias, outro grande paneleiro, chefe da redacçäo do Furúnculo e mais tarde director da Galocha. Esse anti-fascista, às tantas, entra o Castro Castanheira com o castor debaixo do braço...hum?!... ah! já näo tenho tempo para contar... bem mas esta história de näo ter tempo faz-me lembrar outra história que é a história... hä?!... olha, isto de vocês me estarem a levar faz-me lembrar ainda outra história, que era que eu estava justamente em Peniche... |
| Demasiado inteligente... |
| Um utilizador telefona para o fabricante do seu computador, indicando
que ele não funciona.
Segue-se o diálogo: Utilizador: socorro, o meu computador deixou de funcionar. Funcionário: tenha calma, diga-me o que se passa. - o que se passa como ? - o que se passa com o computador. - não "mexe". - já viu as ligações por trás do computador ? - quais ligações ? - aqueles cabos que ligam o computador ao monitor ? - o que é um monitor ? - é uma espécie de televisão que tem em frente do computador... - OK, já vi; as ligações parecem estar todas bem. - o que se passa no monitor ? - está completamente preto. - sem cor nenhuma ? - exacto. - está ligado ? - ligado como ? - está ligado à electricidade, vê alguma luzinha a brilhar no monitor ? - qual monitor ? - aquela televisãosinha de que falei há pouco... - não vejo luz nenhuma. - a unidade está a funcionar ? - que é a unidade ? - a unidade é a CPU, o corpo do computador, que deve estar por baixo do monitor (a tal televisãosinha) ou por baixo da mesa. - não vejo CPU nenhuma. - não pode ser; um computador não funciona sem CPU. - é que está aqui bastante escuro. - então, abra a janela. - já abri, mas a noite chegou. - então, o melhor é abrir as luzes. - não posso, porque houve um "breakdown" da electricidade e estamos sem luz! - então você está com um sério problema: o melhor é devolver o computador à loja onde o comprou. - chiça, que o caso é sério: ok, eu devolvo, mas o que é que devo dizer ao empregado ? - diga-lhe que você é demasiado estúpido para mexer num computador... |
| Diário de um Cubano de Miami |
| Agosto 12
Hoy me mude a mi nueva casa en el estado de Pennsylvania. Que paz! Todo es tan bonito aqui. Las montanas son tan majestuosas. Casi que no puedo esperar para verlas cubiertas de nieve. Que bueno haber dejado atras el calor, la humeda d, el trafico, los huracanes y el cubaneo de Miami. Esto si que es vida!!!. Octubre 14
Noviembre 11
Diciembre 2
Diciembre 12
Diciembre 19
Diciembre 22
Diciembre 25
Diciembre 27
Diciembre 28
Enero 4
Marzo 15
Mayo 3
Mayo 10
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| Porque despedi a minha secretária |
| Era o meu aniversário, 45 anos, e eu não estava nos meus
dias. Dirigi-me à copa para o café, na expectativa de que
a minha mulher, alegre, dissesse:
- Feliz aniversário querido! Porém, ela nem bom dia me disse. Pensei: "esta é a mulher que eu mereço." Mas imaginei: "as crianças certamente se lembrarão." Porém, chegaram para o café, e não disseram uma só palavra. Já estava bastante desanimado, mas senti-me um pouco melhor quando entrei no escritório, e a Margarida, minha secretária, disse: - Bom dia chefe, feliz aniversário! Finalmente, alguém se tinha lembrado! Trabalhei até ao meio dia, quando a Margarida entrou em minha sala dizendo: - Sabe, chefe, está um dia tão lindo lá fora, e já que é o dia do seu aniversário, podemos almoçar juntos, só o senhor e eu... Fomos a um lugar bastante reservado, no campo. Divertimo-nos imenso e, no caminho de volta, ela sugeriu: - Chefe, com este dia tão lindo, acho que não devemos voltar ao escritório, vamos até ao meu apartamento e lá tomaremos uma bebida... Dirigimo-nos, então, para o apartamento dela e, enquanto eu saboreava um jack daniels, ela disse: - Chefe, se não se importa, vou até ao meu quarto vestir uma roupa mais confortável. - Tudo bem. Fique à vontade, respondi. Decorridos mais ou menos 5 minutos, ela saiu do quarto, carregando um bolo enorme, seguida por minha mulher e meus filhos, todos cantando... - Parabéns a você... E lá estava eu, nú, só de meias, sentado no sofá da sala !!! |
| Aconteceu numa empresa onde a comunicação é eficiente! |
| DE: Presidente
PARA: Gerente Na próxima 6ª feira, aproximadamente pelas 17 horas, o Cometa Halley aparecerá nesta área. Trata-se de um evento que ocorre somente em cada 78 anos. Sendo assim, por favor, reuna os funcionários no pátio da fábrica para eu lhes explicar o fenómeno. Todos devem usar o respectivo capacete de seguranca. Se estiver a chover não poderemos ver o raro espectáculo a olho nú. Sendo assim, deverão dirigir-se todos ao refeitório, onde será exibido um filme documentário sobre o Cometa Halley. DE: Gerente
Por ordem do Presidente, na 6ª feira, às 17 horas, o Cometa Halley vai aparecer sobre a fábrica. Se chover, por favor, reúna os funcionários, todos de capacete de segurança, e encaminhe-os ao refeitório, onde o raro fenómeno terá lugar, o que somente acontece a cada 78 anos a olho nú. DE: Supervisor
A convite do nosso querido Presidente, o cientista Dr. Halley, de 78 anos, vai aparecer nú no refeitório da fábrica, usando capacete, pois vai ser apresentado um filme sobre o problema da chuva na segurança. O Presidente levará a demonstração para o pátio da fábrica. DE: Chefe de Produção
Na próxima 6ª feira, às 17 horas, o Presidente pela 1ª vez em 78 anos, vai aparecer no refeitório da fábrica para filmar o Halley nú, um cientista famoso e a sua equipa. Todos devem estar lá de capacete, pois vai ser apresentado um show sobre a segurança na chuva. O Presidente levará a banda para o pátio da fábrica. DE: Mestre
Todos nús, sem excepção, devem estar com segurança no pátio da fábrica, na próxima 6ª feira, às 17 horas, pois o manda chuva - o Presidente - e o senhor Halley, guitarrista famoso, estarão lá para mostrar o raro filme "Dançando à Chuva". Caso comece a chover mesmo, é para ir para o refeitório de capacete na mesma hora. O show será lá, o que ocorre em cada 78 anos. QUADRO DE AVISOS: PARA TODOS OS FUNCIONÁRIOS: NA 6ª FEIRA, O CHEFE DA PRESIDÊNCIA VAI FAZER 78 ANOS, E TODOS PODEM IR À FESTA, ÀS 17 HORAS NO REFEITÓRIO. VÃO ESTAR LÁ, PAGO PELO MANDA CHUVA - O PRESIDENTE -, BILL HALLEY E OS SEUS COMETAS. TODOS DEVEM ESTAR NÚS E DE CAPACETE, PORQUE A BANDA É MUITO LOUCA E O ROCK VAI ESTAR A DAR ATÉ NO PÁTIO, MESMO COM CHUVA. |
| O remador é um incompetente |
| Lê-se numa crónica que no ano de 94 se celebrou uma competição
de remo entre duas equipas, uma composta por trabalhadores de uma empresa
portuguesa e a outra pelos seus congéneres japoneses.
Dada a partida e os remadores japoneses começaram a destacar-se
desde o primeiro instante. Chegaram à meta primeiro e a equipa portuguesa
chegou com uma hora de atraso.
No ano de 95 e após ser dada a partida, rapidamente a equipa
japonesa começou a ganhar vantagem desde a primeira remadela. Desta
vez a equipa portuguesa chegou com duas horas de atraso. A direcção
voltou a reunir após forte reprimenda da Gerência e viram
que na equipa japonesa havia um chefe de equipa e dez remadores, enquanto
que a portuguesa, após as eficazes medidas adoptadas com o fracasso
do ano anterior, era composta por um chefe de serviço, dois acessores
da Gerência, sete chefes de secção e um remador. Após
minuciosa análise, chegou-se à seguinte conclusão:
No ano de 96, como não podia deixar de ser, a equipa japonesa
adiantou-se mal foi dada a partida. A embarcação portuguesa,
que este ano tinha sido encomendada ao departamento de novas tecnologias,
chegou com quatro horas de atraso.
Após prolongadas reuniões, decidui-se que para a regata de 97 o remador será contratado para o efeito, já que se notou que a partir do vigésimo quinto quilómetro o remador mostrava algum desinteresse, que atingia a indiferença na linha da meta. |
| O agente |
| Num determinado país, regido por um regime a precisar de mão
de obra barata, havia um grande incentivo à natalidade. Foi criada
uma lei que obrigava os casais a terem um determinado número de
filhos. Cientes, contudo, que as coisas às vezes poderiam ser mais
complicadas, davam uma tolerância de 5 anos. Passado este período
era enviado um "agente" para ajudar o casal
Mulher: Querido, hoje é o nosso quinto aniversário de casados. Marido: Pois é. Infelizmente não tivemos nenhum filho. Mulher: Será que "eles" vão enviar o tal "agente"? Marido: Não sei. Mulher: E se ele vier? Marido: Bem, eu não tenho nada a fazer. Mulher: Eu menos ainda.... Marido: Vou sair, pois já estou atrasado para o trabalho. Logo após a saida do marido batem à porta. A mulher abre e encontra um homem à sua frente. Era um fotógrafo que se enganara no endereço. Homem: Bom dia. Eu sou... Mulher: Eu sei... pode entrar. Homem: Seu marido está em casa? Mulher: Não. Ele foi trabalhar. Homem: Presumo que ele esteja a par. Mulher: Sim, ele está a par e também concorda. Homem: Ótimo. Vamos começar? Mulher: Mas já? Assim tão rápido? Homem: Preciso ser breve, pois ainda tenho cinco casais para visitar. Mulher: Chiça! E o senhor aguenta? Homem: Sim. Aguento porque gosto do meu trabalho. Ele dá-me muito prazer. Mulher: Então como vamos fazer? Homem: Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá, uma no corredor, duas na cozinha e a última na banheira. Mulher: Nossa! Não é muito? Homem: Minha senhora, nem o melhor artista da nossa profissão consegue à primeira tentativa. Assim há-de haver uma em que acertamos na mosca. Mulher: O senhor já visitou alguma casa neste bairro? Homem: Não, mas tenho comigo algumas amostras dos meus últimos trabalhos. Veja. Não são lindas? (e mostra umas fotos de crianças). Mulher: São mesmo bonitos, esses bébés. Foi o senhor mesmo que fez? Homem: Sim. Veja este aqui. Foi conseguido à porta de um super-mercado. Mulher: Nossa! Não lhe parece muito público? Homem: sim, mas a mãe era artista de cinema e queria publicidade. Mulher: Eu não tinha coragem para fazer isso. Homem: Este aqui foi em cima de um autocarro. Mulher: Que horror! Homem: É. Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz. Mulher: Eu imagino... Homem: Veja. Este foi feito num parque de diversões em pleno inverno. Mulher: Credo! Como foi que conseguiu? Homem: Não foi fácil. Como se não bastasse estar a nevar, havia uma multidão à nossa volta. Quase que não acabava... Mulher: Ainda bem que sou discreta e não quero que ninguém nos veja. Homem: Ótimo. Eu também prefiro assim. Agora, se me dá licensa, eu vou armar o tripé. Mulher: Tripé? Tripé para quê? Homem: Bem, minha senhora, é necessário. O meu aparelho, além de pesado, depois de pronto a funcionar mede um metro. A mulher desmaiou. |
| A prenda |
| Um rapaz entrou numa loja para comprar umas luvas para a noiva, que
fazia anos.
Por engano, a empregada em vez de embrulhar as luvas, embrulhou umas cuecas de senhora que estavam ao lado. O noivo enviou o embrulho junto com um bilhete. A noiva, abriu o embrulho, viu as cuecas e leu o bilhete, que dizia: Querida, na impossibilidade de estar contigo, envio-te este presente para veres onde anda o meu pensamento. São muito boas. A empregada tem umas iguais e não usa outras. Mostrou-mas e realmente estavam em bom estado. Devem estar um bocadinho largas, mas não faz mal. É para a mão entrar melhor e os dedos mexerem mais à vontade. Tenho pena de estar longe, pois imagino quantas mãos irão apertá-las antes de mim. Olha, convém deitar um pouco de pó de talco para os dedos escorregarem melhor. Não vejo o momento de beijar essa pele macia que elas cobrem. Sem mais, beijinhos do teu Joaqui Martins dos Santos. |
| História de uma viúva 13 vezes e ainda virgem |
| Viúva pela 13ª vez, na sua 14ª noite de núpcias,
diz carinhosamente ao marido:
- Benzinho, sou virgem! - Como? Não foste já casada 13 vezes? - É verdade, que sim, mas aconteceu o seguinte com os meus anteriores maridos:
- Pois, minha queridinha, vais continuar virgem porque eu sou comunista e só quero greves. |
| Mortes estranhas |
| Um homem nú atravessando a Ponte de Brooklyn em Nova Iorque,
em Maio de 1993 cantava "Oh! que bela manhã" foi atropelado por
um carro e morreu.
Em Agosto de 1987, uma rapariga de 18 anos de Egham, Surrey, morreu no hospital após ter sido esmagada pelo seu cavalo, que foi vítima de um ataque cardíaco. O nome da rapariga era Jennifer Squelch. Alexander Mitchell, de 50 anos, assentador de tijolos, de King's Linn, Norfolk, morreu anrir em Março de 75 enquanto assistia a uma série cómica na televisão "The Goodies". Depois de 25 minutos a rir a bandeiras despregadas, o seu coração falhou enquanto via uma batalha de tartes de cereja. Uma pescadora espanhola, Maria Cista, de 56 anos, tentava retirar o anzol da boca de um peixe que tinha pescado, em Julho de 1983, quando o peixe lhe fugiu da mão e lhe saltou para a boca. A pescadora morreu com o peixe entalado na garganta. Victor Valenti, um sul-africano de 50 anos, seguia uma alimentação unicamente vegetariana e obrigava a sua família a seguir o mesmo regime. Enquanto fazia "jogging", em 1991, foi morto por uma perna de porno congelada, com 4 quilos, que caíu de uma janela de um terceiro andar. Um homem foi atropelado por um carro, em Nova Iorque, 1977, mas saíu ileso deste acidente. Uma testemunha ocular disse-lhe que se deitasse à frente do carro, novamente, e se fingisse ferido de forma a receber algum dinheiro do seguro. Ele assim fez e, imediatamente, o carro descaíu para a frente, atropelando-o mortalmente. Um grande mestre do xadrez, Gudkov, jogou e ganhou a um computador três vezes seguidas num torneio que decorreu em Moscovo, em 1992. A vez seguinte que tocou na máquina, esta teve a sua vingança eletrocutando-o. Bombeiros combatendo um incêndio florestal no Sul de França pediram ajuda a um avião especial que aspirava água do Mar Mediterrâneo e a despejava sobre as árvores em chamas. No dia seguinte, fazendo o rescaldo do incêndio, as equipas de salvamento encontraram o corpo de um homem que tinha morrido, não devido ao fogo, mas devido a uma queda de grande altitude. Das averiguações resultou que a vítima usava fato de mergulho, barbatanas e garrafa de oxigénio. |